Manzaro afirma que foi drogado no local e levado para uma residência em Star Island, em Miami, pertencente a Gloria Stefan e Emilio Estefan, para celebrar o aniversário de Christian “King Combs“, filho de Diddy, em abril de 2015.
Durante a festa, Manzaro teria sido conduzido pela casa de Combs, sendo obrigado a usar uma máscara de pênis. Ele afirma ter encontrado celebridades, entre elas, as citadas acima: Beyoncé, Jay-Z e LeBron James. No relato, Gloria Estefan teria percebido o estado crítico de Manzaro e pedido para chamarem uma ambulância, porém Emilio, supostamente, teria feito com que ela recuasse.
Manzaro alegou que, após um breve momento de consciência, se deparou com Jay-Z e Beyoncé, que perguntaram o motivo de um homem seminu estar ali. Uma resposta teria sido proporcionada por um dos réus do processo: “Isso é uma punição” e “Diddy quer que ele veja o que fazemos a delatores”.
O processo descreve que Manzaro foi levado a uma mansão de Diddy e submetido a atos humilhantes e não consensuais. Emilio Estefan foi acusado no processo, enquanto Gloria Estefan e as outras celebridades mencionadas não foram listadas como rés.
A equipe jurídica de Diddy nega veementemente as acusações, afirmando que a ação “demonstra até onde os demandantes podem ir para atrair atenção visando ganho financeiro”. A defesa de Jay-Z, através do advogado Alex Spiro, também contestou as alegações, afirmando que o artista não estava presente no momento do evento. Gloria e Emilio Estefan, por sua vez, negaram as acusações, mencionando que a propriedade não foi utilizada para festas no período entre 2012 e 2019 e que dispõem de registros que corroboram essa afirmação.
Diante das acusações, o caso aguarda por sua resolução judicial, com Diddy e suas equipes prontas para defenderem suas posições em tribunal.
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